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No experimento, os pesquisadores conseguiram atacar os linfócitos T, responsáveis pela imunidade celular. No caso da diabetes tipo 1, os linfócitos atacam as células beta do pâncreas, que produzem insulina, comprometendo a digestão dos açúcares.
“Escolhemos começar com esta aplicação antes do diabetes ou da esclerose para que possamos dominar e compreender todos os parâmetros”, explicou um dos cientistas, Jeffrey Hubbell.
Ainda segundo a equipe, o método comporta poucos riscos e não deve produzir importantes efeitos colaterais.
Os especialistas ainda estudam o potencial de sua técnica para tratar doenças causadas por outro tipo de glóbulos brancos, os linfócitos B.
(Informações do dia online))